Nos dias 26/03 (segunda-feira), 27/03 (terça-feira) e 28/03 (quarta-feira de manhã), ocorrerão as Atividades Paralelas.
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Outros palestrantes e detalhamento das sessões serão progressivamente incluídos na programação.
Estão indicados abaixo apenas os palestrantes confirmados. Fique de olho!
| Quarta-feira 28 de março de 2012 | |
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| 14h – 19h | ABERTURA: O estado do investimento social
A sessão de abertura do Congresso 2012 tem como objetivo realizar uma reflexão sobre o estado atual do investimento social no Brasil. Para isso, propõe uma discussão que parte das perspectivas da filantropia global e convida os associados GIFE para participarem de um debate sobre os temas centrais do investimento social contemporâneo. A metodologia proposta será inovadora. Todos os associados poderão, ao longo da sessão, juntar-se aos debatedores e contribuir com a discussão. O Congresso apresentará ao público perspectivas sobre o investimento social pelos próprios investidores, associados ao GIFE. A conferência de abertura, que será realizada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, será integrada a essa reflexão, buscando discutir o papel da sociedade civil no desenvolvimento do Brasil. Palestrantes: Arena: Conferência de Abertura: |
| 19h | COQUETEL DE ABERTURA |
| Quinta-feira 29 de março de 2012 | |
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| 9h – 18h30 | OPEN SPACE
Durante todo o dia, ocorrerá o Open Space. O Open Space é um “espaço aberto”, onde os participantes são convidados a gerar a agenda do encontro liderando pequenos grupos de discussão. Haverá facilitadores durante todo o dia auxiliando as pessoas que buscam ser os anfitriões ou participantes das conversas. Em breve, informações detalhadas sobre o Open Space. Aguarde! |
| 9h – 13h | O papel do investimento social na construção de cidades sustentáveis
Discutir a importância das cidades como o espaço responsável por prover qualidade de vida ao cidadão e a sustentabilidade do planeta. Conhecer e reconhecer novas e tradicionais formas de exercer a cidadania a partir da incidência e do controle das políticas públicas e identificar oportunidades para o investimento social maximizar seus resultados quando orientado para as questões sociais, econômicas, políticas, culturais e ambientais no âmbito das cidades. A sessão será organizada em dois momentos: (1) situar o debate a partir de experiências práticas, apresentando reflexões conceituais acerca do tema; e (2) promover o engajamento político da sociedade civil e do setor empresarial em movimentos por cidades sustentáveis. Palestrantes: |
| 9h – 11h | O investimento social na construção da reputação das empresas
O que leva uma empresa a investir na área social? Como justificar, a partir da lógica empresarial, a alocação de recursos em ações sociais? A reputação é frequentemente indicada como elemento central na decisão de uma empresa em se engajar em ações sociais ou pela sustentabilidade. Mas, afinal, qual é o papel do investimento social na construção da reputação? Quais os fatores determinantes e os riscos inerentes a essa atuação? Qual o peso do investimento social na percepção dos stakeholderse da sociedade em geral sobre a imagem que se tem de uma empresa? Palestrantes: |
| 9h – 11h | Nova arquitetura de financiamento da sociedade civil
Em breve detalhamento da sessão. Palestrantes: |
| 9h – 11h | O perfil do profissional do investimento social
O campo do investimento social situa-se na confluência de um conjunto de áreas de conhecimento, com profissionais de formação diversa. Questões como a formação, habilidades, competências e identidade desses profissionais são fundamentais para compreendermos o investimento social e para as perspectivas de sua qualificação. Para subsidiar esse debate, será realizada uma pesquisa com os associados GIFE para de mapear o perfil desses profissionais. O resultado será discutido nessa sessão, contribuindo para a construção do perfil do profissional que atua nessa área. Palestrantes: |
| 9h – 11h | O investimento social familiar
Em breve detalhamento da sessão. Palestrantes: |
| 9h – 11h | Estratégias avaliativas: distinções, variações e contradições
A avaliação é um dos campos mais discutidos e sobre o qual existe menos consenso entre os profissionais que trabalham na área social. Há, ao mesmo tempo, a percepção de que temos ainda um longo caminho a percorrer na qualificação das avaliações e do aperfeiçoamento de seu uso no fortalecimento dos projetos. A diversidade de abordagens e metodologias utilizadas ilustram a complexidade desse campo e apontam para a necessidade de um melhor entendimento sobre as opções metodológicas alinhadas aos objetivos que se pretendem alcançar. Essa sessão, portanto, tem como objetivo apresentar e discutir esse contexto, explorando as suas distinções, variações e contradições. Palestrantes: |
| 9h – 11h | O papel dos investidores sociais no fomento aos negócios sociais
Os negócios sociais contam frequentemente com doações de investidores sociais em sua fase inicial, até que tenham condições de gerar receita própria ou acessar investidores no mercado para sua ampliação de escala. Apesar disso, a atuação dos investidores sociais é vista como dissociada de iniciativas que tenham uma perspectiva de geração de impacto social por meio de negócios. No entanto, há um amplo potencial para o fomento de negócios sociais por parte de investidores que operaram seus projetos ou financiam outras organizações que atuam no campo social. O investimento na forma de empréstimo ou equitynão poderia ser entendido como uma maneira de empresas e fundações realizarem parte de seu investimento social? Palestrantes: |
| 11h – 11h30 | INTERVALO |
| 11h30 – 13h | CONTINUAÇÃO DA MESA: O papel do investimento social na construção de cidades sustentáveis
(Descrição e palestrantes acima) |
| 11h30 – 13h | CONTINUAÇÃO DA MESA: O investimento social na construção da reputação das empresas
(Descrição e palestrantes acima) |
| 11h30 – 13h | Crowdfunding e doações individuais
Em um contexto de restrição dos recursos disponíveis para organizações da sociedade civil e iniciativas nos campos social, cultural e ambiental, a contribuição de doadores individuais ganha espaço como alternativa possível de financiamento. Os mecanismos de crowdfunding emergem como iniciativas que, além de viabilizarem financeiramente, fortalecem a legitimidade de projetos sociais a partir do engajamento direto de indivíduos. Essas ações, no entanto, enfrentam desafios em relação à construção de uma cultura de doação, obstáculos no campo regulatório ou mesmo de fortalecimento da accountability dos projetos financiados. Quais estratégias podem ser utilizadas para construção de bases mais sólidas para o fomento às doações individuais? Palestrantes: |
| 11h30 – 13h | Desenvolvimento de conselhos: a governança no fortalecimento das organizações sem fins lucrativos
A governança situa-se no cerne da busca por maior legitimidade e relevância na atuação das organizações sem fins lucrativos. Na medida em que essas organizações se desenvolvem a ampliam a sua atuação, é natural que as preocupações voltem-se para as relações de poder que se estabelecem no interior das instituições. Os conselhos ocupam lugar central na estrutura de governança das organizações e a sua qualificação e fortalecimento são elementos fundamentais para assegurar sua efetividade. Como construir e desenvolver um conselho adequado às demandas da sua organização? Quais aspectos devem ser observados? Como equilibrar interesses públicos e privados? Como incorporar a voz dos públicos beneficiários ou stakeholdersna estrutura de governança? Quais as melhores práticas no desenvolvimento de conselhos? Essas e outras questões serão objeto de debate neste painel. Palestrantes: |
| 11h30 – 13h | Cultura
Em breve detalhamento da sessão. Palestrantes: |
| 11h30 – 13h | Velhas e novas fronteiras no investimento social na Amazônia
A Amazônia transformou-se nos últimos anos em um dos maiores focos de investimentos no Brasil. Esses investimentos trazem um conjunto de impactos para a região e também abrem a possibilidade de se estruturar planos de investimento social consistentes e capazes de promover o desenvolvimento social da região. Quais os desafios centrais do investimento Palestrantes: |
| 13h – 15h | ALMOÇO
(Oferecido a todos os Congressistas e Palestrantes) |
| 15h – 18h30 | Outras fronteiras do investimento social em educação
Educação é a principal área de investimento social no Brasil, na qual atuam 82% dos associados do GIFE. Este painel pretende apresentar uma reflexão sobre o investimento social em educação, a partir da perspectiva de alguns dos principais investidores da área. Quais os principais avanços alcançados? Onde o investimento social não conseguiu obter os resultados almejados? Quais as fronteiras para o investimento em educação? Alguns debatedores serão convidados a discutir essas questões com investidores buscando ampliar o olhar sobre a educação e a sua contribuição para a sociedade Palestrantes: |
| 15h -16h30 | Os endowments na estratégia de sustentabilidade financeira das organizações da sociedade civil
A construção de endowments para organizações sem fins lucrativos pode ser uma estratégia relevante para sua sustentabilidade financeira e, principalmente, como mecanismo de financiamento de organizações da sociedade civil. Fundos patrimoniais independentes podem contribuir de maneira significativa no avanço de agendas sociais no Brasil, fortalecendo a sua infraestrutura de financiamento. No entanto, há uma lacuna na regulamentação de fundos patrimoniais e uma ausência de incentivos específicos que possam fomentar a sua constituição. Esse painel discutirá os principais entraves para o fortalecimento de endowmentsno Brasil e quais os melhores caminhos para sua regulamentação. Nessa ocasião, será lançado o Código de Conduta para Gestão de Investimento de Fundos Patrimoniais e Organizações Sem Fins Lucrativos, publicado pelo CFA (EUA) e traduzido pelo GIFE. Palestrantes: |
| 15h – 16h30 | Desenvolvimento sustentável e a Rio+20
Em breve detalhamento da sessão. Palestrantes: |
| 16h30 – 17h | INTERVALO |
| 17h – 18h30 | Comunicação e mídias sociais
A expansão das chamadas mídias sociais alteraram a maneira pela qual se dissemina informação no mundo. Não há mais um lugar fixo para a produção da informação, mas esta circula de forma descentralizada e todos são convocados a participar, editar, reproduzir e emitir enunciados sobre as questões que lhe concernem. Um contexto de maior exposição e transparência exige também uma mudança de comportamento e uma nova maneira de se relacionar com os diversos públicos de interesse. Quais os desafios que esse cenário impõe aos investidores sociais? O que muda na sua maneira de comunicar? Como construir um outro padrão de relacionamento com a sociedade? Quais os riscos inerentes ao uso das mídias sociais? Palestrantes: |
| 17h – 18h30 | Fundos independentes e Direitos humanos
Os organizações de direitos humanos no Brasil foram historicamente financiadas pela cooperação internacional, que partia dos países desenvolvidos e era direcionada aos países em desenvolvimento. O contexto internacional é outro e a inserção internacional do Brasil também tem se transformado de maneira fundamental nos últimos anos. Uma das consequências desse processo é a redução dos recursos externos para organizações que atuam com defesa de direitos e uma demanda crescente por fontes domésticas de financiamento. Desta forma, os fundos independentes apresentam-se como estratégia relevante para o fortalecimento e autonomia de organizações que atuam pela promoção e proteção dos direitos humanos. Como situam-se os fundos na estratégia de investidores sociais no Brasil? Como o investimento de fundações e empresas podem contribuir para elevar o seu impacto e capacidade de ação? Como articulá-los à estratégia de proteção dos direitos Palestrantes: |
| 17h – 18h30 | Controle social e o legado dos grandes eventos esportivos
Grandes eventos esportivos, como Copas do Mundo e Jogos Olímpicos, que acontecem no Brasil em 2014 e 2016, trazem consigo uma enorme mobilização de recursos públicos e privados. Essa movimentação abre também um debate nacional e internacional sobre os impactos gerados pelas obras de infraestrutura na macro e na microeconomia, além de alertar sobre suas consequências para melhorar as condições de vida da população brasileira. Se, de um lado, os investimentos em infraestrutura urbana, turismo, mídia, segurança, rodovias, aeroportos, estádios (arenas), etc. geram empregos e melhorias nas cidades sede, de outro lado, não garantem um impacto direto e positivo sobre a sociedade em geral, e em particular, nas classes com menor renda. A questão do “legado social”, portanto, não será uma consequência natural dos megaeventos. Da mesma maneira que podem gerar melhorias, podem também causar ações negativas. O legado social tem que ser construído, trabalhado, pensado e executado para que realmente aconteça. As experiências internacionais mostram que é possível, mas a discussão ainda está em aberto no Brasil. E, nesse contexto, os investidores sociais podem ter um papel fundamental. Palestrantes: |
































